sexta-feira, 24 de julho de 2009

Le corps / Le visage

Le visage= O rosto


l’oeil = o olho
la bouche = a boca
le nez = o nariz
le sourcil = sobrancelha
le front = a testa
l’oreille = a orelha
le menton = o queixo
la joue = a bochecha
le cou = o pescoço
la mâchoire = maxilar, mandíbula
le lobe de l’oreille = o lobo da orelha
les cheveux = os cabelos
la tempe = a têmpora
la nuque = a nuca
la gorge = a garganta
la lèvre supérieure = labio superior
la lèvre inférieure = labio inferior
Le corps = o corpo humano

la tête = a cabeça
la main = a mão
le coude = o cotovelo
le ventre = barriga
la poitrine = peito
la jambe = a perna
le genou = o joelho
le pied = o pé
le bras = o braço
l’épaule = o ombro
la cuisse= a coxa
le mollet = a panturrilha

segunda-feira, 8 de junho de 2009

100 anos de Cartola

Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola, (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980) foi um cantor, compositor e violonista brasileiro.
Trailer de CARTOLA - MÚSICA PARA OS OLHOS

Esta é a história de Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola. Um dos mais importantes compositores da música brasileira de todos os tempos, Cartola é o autor de obras-primas como "O Mundo é um Moinho", "As Rosas Não Falam", entre outras. Os diretores Lírio Ferreira e Hilton Lacerda mostram a importância de Cartola para a música brasileira, traçando um emocionante painel do autêntico samba de origem e seus principais expoentes.Um retrato de um homem que renasceu várias vezes.


Considerado o maior sambista da história por diversos músicos, Cartola nasceu no Rio e passou a infância no bairro de Laranjeiras. Dificuldades financeiras obrigaram a família numerosa a mudar-se para o morro da Mangueira, onde então começava a despontar uma pequena favela. Na Mangueira fez logo amizade com Carlos Cachaça e outros bambas, se iniciando no mundo da malandragem e do samba.
Acontece



Arranjou emprego de servente de obra, e passou a usar um chapéu para se proteger do cimento que caía de cima. Era um chapéu-coco, mas o apelido Cartola pegou assim mesmo. Com seus amigos do morro criou o Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo em 1928 fundou a Estação Primeira de Mangueira, a verde-rosa, nome e cores escolhidos por Cartola, que compôs também o primeiro samba, "Chega de Demanda".

Peito vazio / O sol nascerá



Seus sambas se popularizaram nos anos 30 em vozes ilustres como Francisco Alves, Mário Reis, Silvio Caldas e Carmen Miranda. Mas no início dos anos 40, Cartola desaparece do cenário. Pouco se sabe sobre essa época além de que brigou com os amigos da Mangueira e que ficou mal depois da morte de Deolinda, a mulher com quem vivia.
Eu Sou Mangueira



Especulou-se até que houvesse morrido. Cartola só foi reencontrado em 1956 pelo jornalista Sérgio Porto, trabalhando como lavador de carros. Porto tratou de promover a volta de Cartola, levando-o a programas de rádio e fazendo-o compor novos sambas para serem gravados. Em 1964 Cartola e a esposa Zica abriram um bar-restaurante-casa de espetáculos na rua da Carioca, o Zicartola, que promovia shows de samba e boa comida, reunindo no mesmo lugar a juventude bronzeada da Zona Sul carioca e os sambistas do morro.
Alvorada



O Zicartola fechou as portas algum tempo depois, e o compositor continuou com seu emprego publico e compondo seus sambas. Em 1974 gravou o primeiro de seus quatro discos solo, e sua carreira tomou impulso de novo com clássicos instantâneos como "As Rosas Não Falam", "O Mundo É um Moinho", "Acontece", "O Sol Nascerá" (com Elton Medeiros), "Quem Me Vê Sorrindo" (com Carlos Cachaça), "Cordas de Aço" e "Alegria". Ainda nos anos 70 mudou-se da Mangueira para uma casa em Jacarepaguá, onde morou até a morte.
Disfarça e Chora



Cartola e seu Pai - O Mundo é um Moinho

Reencontro emocionado de Cartola com seu pai após 40 anos sem se falar.



As rosas não falam

Maiores sucessos:

"Peito vazio"
"Tive sim"
"Tempos idos"
"As rosas não falam"
"Acontece"
"O mundo é um moinho"
"Autonomia"
"Sala de recepção"
"Alvorada"
"O sol nascerá"